Cavaco Silva sentiu necessidade de prestar contas ao país, lançando um livro de quase seiscentas páginas, intitulado "Quinta-feira e outros dias".
Muito mal vai um político quando sente necessidade de "prestar" contas; eu dispenso-as, foi um político que, nunca me disse nada, nunca votei nele, contudo gostaria de saber se mencionou as embrulhas com as acções do BPN?
Mostrando postagens com marcador Aníbal Cavaco Silva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aníbal Cavaco Silva. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, fevereiro 16
quarta-feira, abril 15
No 25 de Abril, Cavaco insistirá em acordo PSD-PS
O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, vai aproveitar o discurso do 25 de Abril para voltar a insistir na necessidade de que os principais partidos, o PSD e o PS, estejam abertos a estabelecer um acordo depois das eleições legislativas que garanta a estabilidade governativa na próxima legislatura.
Será a última vez que Cavaco Silva discursará na Assembleia da República como Presidente da República. Daí que, de acordo com as informações recolhidas pelo PÚBLICO, o Presidente vá aproveitar o simbolismo da cerimónia institucional dos 41 anos do 25 de Abril para salientar a necessidade de os partidos parlamentares assegurarem a estabilidade governativa da democracia em Portugal depois das legislativas previstas para o final de Setembro ou início de Outubro deste ano.
Marcadores:
Aníbal Cavaco Silva,
discurso 25 de Abril
segunda-feira, outubro 6
O Presidente que não perde uma oportunidade para perder uma oportunidade
O Presidente da República aproveitou o 5 de Outubro para regressar a um dos seus temas favoritos: a necessidade urgente de um compromisso entre os partidos (do "arco da governação"). Se não houver esse compromisso, alerta o Presidente, o sistema partidário pode implodir.
Sobre a Justiça, que de facto implodiu, o Presidente nada disse; e sobre a Educação, que tem vindo a implodir de todas as maneiras e feitios, o mesmo silêncio. O facto de haver um governo e uma política que são rejeitados por uma maioria muito significativa dos portugueses também passou ao lado do discurso do Presidente. Nenhum desses temas parece preocupar o presidente. A única coisa que perturba o Presidente é o facto de os partidos (do "arco da governação") não se entenderem. Isso sim, é uma tragédia nacional. Aparentemente, se o Partido Socialista se portar bem e deixar de fazer oposição, o país pode não entrar nos eixos, mas o Presidente, que não gosta de chatices nem de discussões, ficaria muito mais sossegado. Na cabeça do Presidente, um regime político democrático funciona tanto melhor quanto mais a oposição estiver entregue a partidos anti-sistema. Na cabeça do Presidente, repito.
Ler
quinta-feira, junho 5
Seguro considera surpreendente silêncio de Cavaco na actual crise política
O secretário-geral do Partido Socialista, António José Seguro, considerou nesta quarta-feira “surpreendente” que o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, se mantenha calado na actual crise política, durante uma entrevista à jornalista Ana Lourenço, na SIC Notícias.
“É surpreendente que o Presidente da República esteja em silêncio”, disse Seguro, depois de criticar o Executivo, a quem acusou de “afrontar” o Tribunal Constitucional.
“Muito me admira a posição do Presidente da República, que não diz absolutamente nada sobre esta situação”, insistiu.
Seguro disse também que Cavaco Silva deveria obrigar o Executivo a revelar a carta que dirigiu ao FMI, perante a recusa do primeiro-ministro em fazê-lo.
“Se o primeiro-ministro não quer divulgar a carta, o Presidente da República deve obrigá-lo a fazê-lo”, afirmou o dirigente socialista.
O PS entregou na terça-feira um requerimento no parlamento a exigir ao primeiro-ministro que divulgue imediatamente a carta de intenções ao FMI.
Marcadores:
Aníbal Cavaco Silva,
António José Seguro,
Memória Futura
quinta-feira, maio 15
quarta-feira, maio 7
Cavaco vs. Cavaco. Presidente também temia segundo resgate
Houve um momento, não muito distante no tempo, em que o Presidente da República (PR) não hesitou em juntar a sua voz à dos que alertavam para a ameaça de um segundo resgate financeiro que pairava sobre Portugal. A 10 de Julho de 2013, uma semana sobre o despontar da crise política, Cavaco disse aos portugueses: "O risco de termos de pedir um novo resgate financeiro é considerável."
O contexto era particular. O governo tremia com a decisão não tão irrevogável assim de Paulo Portas e, perante os vários apelos à convocação de eleições antecipadas, o chefe de Estado fez a primeira de duas comunicações ao país em tempos de crise. Nessa primeira declaração, Cavaco pôs de parte a hipótese de dissolver a Assembleia da República, mas deixou claro que Portugal não estava livre de um segundo pedido de assistência. O risco era "considerável". Na altura, o PS disse que, a acontecer um novo resgate, isso acontecia por "falhanço" das políticas do governo.
O Presidente ainda não falou sobre a decisão do governo de dispensar um programa cautelar - uma via pela qual assumiu abertamente a sua preferência. Mas, com a precisão com que definiu o calendário da sua farpa, Cavaco Silva, na curta declaração que deixou esta segunda--feira nas redes sociais, explicou que o que conta são as "afirmações peremptórias" feitas nos últimos "seis meses". "O que dizem agora?", perguntou Cavaco. Com essa gestão do tempo, Belém deixou de fora as dúvidas de Passos Coelho, contornou os valores que Catroga - o homem que o PSD colocou nas negociações do Memorando - estimava para o novo pedido, ignorou as interpretações de Marques Mendes e de uma série de outras figuras da casa social-democrata sobre as posições do governo e do próprio chefe de Estado em relação ao indesejado segundo resgate.
Marcadores:
Aníbal Cavaco Silva,
Memória Futura
segunda-feira, maio 5
Edite Estrela acusa Cavaco de condecorar só amigos
“Foi uma grande injustiça. Ao condecorar apenas os amigos, Cavaco partidarizou o acto”. A acusação foi feita, no Facebook, pela eurodeputada e dirigente do PS Edite Estrela, depois de Basílio Horta ter acusado o Presidente da República de ter cometido uma “enorme injustiça” por ter ignorado os anos que o agora presidente da câmara de Sintra esteve à frente do AICEP.
Alexandre Relvas, Faria de Oliveira, Pedro Reis, António Mexia, Lídia Sequeira e Filipe de Botton foram as personalidades condecoradas com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique por terem contribuído para a internacionalização da economia. A maioria tem uma ligação forte com o chefe de Estado ou com o PSD. Alexandre Relvas foi director de campanha de Cavaco, Faria de Oliveira e António Mexia pertenceram aos governos do agora Presidente da República e Pedro Reis é o mandatário da aliança PSD/CDS às eleições europeias do dia 25 de Maio.
Basílio Horta, que foi o primeiro presidente do AICEP, não gostou de ter sido esquecido. “Foi uma grande falta de educação”, disse ao semanário “Expresso” o actual presidente da câmara de Sintra e até há pouco tempo deputado do PS na Assembleia da República. Basílio lembrou que foi no seu tempo que foram lançados alguns dos projectos que estão agora a ser concretizados e classificou a postura do Presidente como sendo de “uma enorme injustiça e de alguém com mente pequena”.
Marcadores:
Aníbal Cavaco Silva,
Edite Estrela,
Memória Futura
sábado, abril 26
Cavaco "nunca foi capaz de usar um cravo"
retirado do Expresso
O auditório da Fundação Oriente encheu-se so final da tarde desta sexta-feira para ouvir as intervenções de Mário Soares, do ex-Presidente do Brasil Lula da Silva, e do jornalista francês Dominique Pouchin. O mote para a conferência organizada pela Fundação Mário Soares foi "O 25 de Abril visto de fora".
Na plateia, muitos brasileiros que, entusiasmados, gritaram o nome de Lula, à chegada e à saída, antigos dirigentes e governantes socialistas, como Almeida Santos, Manuel Alegre, José Sócrates ou Vera Jardim, mas também o fundador do PSD, Francisco Pinto Balsemão, a viúva de José Saramago, Pilar del Rio, o ensaísta Eduardo Lourenço e o cientista Mário Ruivo.
O tema remetia para 1974, mas Mário Soares, desta vez, não resistiu a comentar a atualidade, confessando-se impressionado pela multidão que, esta tarde, desceu a avenida da Liberdade, celebrando o 25 de Abril, "quando se sabe que este Governo é contra o 25 de Abril e este Presidente da República nunca foi capaz de usar um cravo".
O histórico socialista, que recordou os primeiros tempos da Revolução - quando, a pedido de Spínola, percorreu toda a Europa para "explicar" o que estava a acontecer em Portugal e assim obter o reconhecimento internacional da democracia -, aproveitou para, mais uma vez, agradecer aos militares de Abril: "Devemos-lhes tudo", disse, sublinhando ainda o facto de os militares terem abdicado do poder para o darem aos partidos.
Marcadores:
Aníbal Cavaco Silva,
Mário Soares,
Memória Futura
quinta-feira, abril 17
Presidente da República defende correção das situações de injustiça
O presidente da República, Aníbal cavaco silva, defendeu hoje que devem ser corrigidas as situações de injustiça que se criaram nos últimos anos nesta nova fase da vida do país.
“Os indicadores que vamos conhecendo e que evidenciam uma clara recuperação da economia, uma redução do desemprego e um aumento do clima de confiança, são uma janela de esperança para os portugueses mais atingidos”, disse.
“O dividendo orçamental do crescimento económico, proporcionado pelos aumentos das receitas dos impostos e pela redução dos subsídios de desemprego, é uma oportunidade que deve ser aproveitada para alcançar uma melhor conciliação entre as regras europeias de disciplina das contas pública e as correções das injustiças acumuladas nos últimos anos. A coesão social e os desafios do futuro assim o impõem”, acrescentou.
sábado, março 22
Cavaco. País que fala de reestruturação "assusta" investidores
Cavaco Silva advertiu ontem que a reestruturação da dívida é recebida de "forma muito negativa" pelos investidores estrangeiros, que se "assustam" quanto a possíveis investimentos no país.
Respondendo a uma questão sobre como está a acompanhar o debate quanto a uma reestruturação da dívida - uma hipótese defendida no Manifesto dos 70, lançado há cerca de duas semanas -, Cavaco alertou para consequências negativas desta discussão. "Quando me tenho encontrado, ao longo dos tempos, com investidores estrangeiros, quando ouvem falar da palavra 'reestruturação' reagem de forma muito negativa. Ligam essa palavra a perdão de dívida e, portanto, assustam-se em relação a possíveis investimentos no país que utilize essa palavra", afirmou o chefe de Estado, remetendo ainda para a mensagem de Ano Novo de 2013.
Nessa data, Cavaco afirmou que renegociar a dívida "poderia criar uma ilusão momentânea" - mas "no final estaríamos numa situação dramática". "Temos de cumprir as obrigações internacionais que assumimos", disse então, garantindo que "tentar negociar o perdão da dívida do Estado não é uma solução que garanta um futuro melhor."
Questionado sobre o apoio dado por 74 personalidades estrangeiras ao Manifesto dos 70, o Presidente da República escusou-se a qualquer comentário, alegando que isso é "matéria para comentadores". Já quanto à exoneração de Sevinate Pinto e Vítor Martins do cargo de consultores da Presidência - precisamente por terem assinado o manifesto -, Cavaco Silva também não se alongou, considerando que a "gestão da casa civil do Presidente da República compete exclusivamente a ele e ao chefe da casa civil".
Marcadores:
Aníbal Cavaco Silva,
Memória Futura,
Reestruturação da dívida
quarta-feira, março 12
Exonerados consultores de Cavaco que assinaram manifesto pela reestruturação da dívida
Vítor Martins e Armando Sevinate Pinto, que integram a lista de 74 personalidades que subscrevem o manifesto Preparar a Reestruturação da Dívida Para Crescer Sustentadamente, foram esta quarta-feira exonerados dos cargos de consultores do Presidente da República, a pedido dos próprios, apurou o PÚBLICO.
A razão por que decidiram pedir a saída dos cargos de consultores para os Assuntos Económicos e Empresariais da Casa Civil de Cavaco Silva prende-se com a dimensão e o teor das interpretações que foram feitas do facto de terem subscrito o manifesto pela reestruturação da dívida pública.
segunda-feira, março 10
Cavaco Silva insiste nas vantagens de um entendimento político para o pós-troika
O Presidente da República disse hoje que "a questão do pós-´troika´ é decisiva para o futuro do País" e insistiu nas vantagens de um compromisso político entre os partidos do arco da governação.
Falando no final de uma visita à fábrica da Nestlé, Cavaco Silva reafirmou a importância de um compromisso político de médio prazo, "para que Portugal consiga ter melhores resultados no futuro".
"Considero que é muito positivo que cada vez mais vozes se levantem a solicitar o entendimento entre os partidos políticos. É preciso que os portugueses vão percebendo quanto perdem em termos de emprego, de salários, de prestações sociais e de justiça na distribuição de rendimento, se não houver um compromisso político entre as forças que estão comprometidas com o programa de ajustamento", disse.
O Presidente da República considera que "é estranhíssimo que Portugal seja o país da Europa onde é mais difícil o diálogo entre as forças políticas", quando "devia ser o contrário pelas circunstâncias que atravessa" e conclui: "se foi possível o entendimento aquando da assinatura do programa de assistência financeira, agora que as exigências vão ser menores, parecia que seria mais fácil esse diálogo, que não põe em causa o respeito do princípio da alternância".
Marcadores:
Aníbal Cavaco Silva,
consensos,
Pós-troika
sábado, dezembro 7
Cavaco vai representar Portugal no funeral de Mandela
O Presidente da República, Cavaco Silva, vai representar o Estado português no funeral do ex-Presidente sul-africano Nelson Mandela, marcado para 15 de Dezembro, na aldeia de Qunu, onde nasceu o Prémio Nobel da Paz. A Assembleia da República deve confirmar a deslocação do chefe de Estado na segunda-feira.
Num funeral que vai reunir líderes políticos e religiosos de todo o mundo, irá caber a Cavaco Silva a representação de Portugal. Na sexta-feira foi agendada uma reunião extraordinária no Parlamento para segunda-feira, às 12 horas, com um único ponto na agenda, o de “dar o assentimento” à viagem de Cavaco Silva, de acordo com a página de Internet do Parlamento.
O funeral vai decorrer na aldeia do ex-Presidente, Qunu, como era seu desejo, e vai ser organizado pelo Governo sul-africano, pelo Congresso Nacional Africano (partido no poder) e pela Igreja Metodista, à qual pertence a família de Mandela. Antes disso, as primeiras cerimónias vão ter início a 10 de Dezembro, no estádio Soccer City, no Soweto.
Marcadores:
Aníbal Cavaco Silva,
Funeral de Mandela
quinta-feira, outubro 17
Cavaco reitera que única relação que teve com o BPN foi a de depositante
O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, reiterou hoje que a única relação que teve com o BPN ou as suas empresas foi enquanto depositante para aplicação de poupanças quando era professor universitário.
Numa declaração escrita do chefe de Estado enviada à Agência Lusa a propósito das afirmações proferidas na quarta-feira por Mário Soares, o chefe de Estado sublinha que o antigo Presidente da República devia saber que a sua relação com o BPN já foi esclarecida "em devido tempo".
"Devia saber que esclareci, em devido tempo, que nunca tive qualquer relação com o BPN ou com as suas empresas, a não ser a de depositante para aplicação de poupanças, quando era professor universitário. Esqueceu mesmo o esclarecimento que, pessoalmente, lhe foi prestado", refere Cavaco Silva.
Na quarta-feira, o antigo Presidente da República Mário Soares questionou a razão porque o atual chefe de Estado não é julgado por causa do caso BPN, considerando que nenhum responsável respondeu perante a justiça.
Marcadores:
Aníbal Cavaco Silva,
Caso BPN,
Mário Soares
quinta-feira, junho 13
Subsídios. Governo não paga já, mas trabalhadores não se conformam
A lei que define o calendário de pagamento dos subsídios de férias e de Natal deste ano não segue amanhã para Belém, como estaria previsto, e não chegará a Cavaco Silva antes do início da próxima semana. Os deputados da comissão de Orçamento e Finanças Públicas (COFAP) pediram ontem o adiamento, para amanhã, da apreciação final do diploma, por este só ter chegado na noite de terça-feira às suas mãos. O texto já está aprovado, faltando apenas o ok dos deputados à redacção final.
A polémica em torno do diploma - que, se não for publicado em Diário da República ainda este mês, obriga o governo a pagar o subsídio de férias por inteiro - levou o secretário de Estado Hélder Rosalino a acusar os deputados de atrasarem a aprovação do diploma. "Agora compreendo a demora. A lei entrou no Parlamento no final de Abril com carácter de urgência, estamos a 12 de Junho e a proposta de lei ainda está no parlamento", lamentou o governante.
Marcadores:
Aníbal Cavaco Silva,
Governo,
Pagamento de subsídios
quarta-feira, junho 12
"Estão a ser exigidos sacrifícios muito pesados aos portugueses"
O Presidente da República afirmou hoje, em Estrasburgo, que estão a ser exigidos aos portugueses "sacrifícios muito pesados", referindo que a "dureza" da recessão manifesta-se há 10 trimestres consecutivos e que o desemprego atingiu níveis "socialmente inaceitáveis".
"Estão a ser exigidos sacrifícios muito pesados aos portugueses, que têm manifestado um admirável sentido de responsabilidade, reforçando laços de solidariedade e de entreajuda que permitem minorar algumas das situações mais dramáticas", afirmou Aníbal Cavaco Silva, no plenário do Parlamento Europeu.
Marcadores:
Aníbal Cavaco Silva,
Parlamento Europeu,
Portugal,
Sacrifícios
terça-feira, junho 11
10 de Junho. Polícia espanhola garantiu segurança de Passos e Cavaco
A segurança do executivo de Passos Coelho e de Cavaco Silva nas cerimónias do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, realizadas ontem em Elvas, foi uma das principais preocupações das autoridades nacionais e não só. Alem dos cerca de 300 elementos da PSP presentes, o i sabe que a polícia espanhola montou do outro lado da fronteira um dispositivo para garantir a segurança dos governantes portugueses.
"Confirmamos a informação de que foi posto em marcha um dispositivo policial desde a madrugada do dia 10, com vista a garantir a segurança do evento que aconteceu em Elvas, junto a Badajoz", disse ao i fonte oficial da polícia daquele país. Ainda assim, as autoridades não esclareceram quantos elementos mobilizaram para o efeito.
Marcadores:
Aníbal Cavaco Silva,
Dia de Portugal,
Pedro Passos Coelho,
Segurança
quarta-feira, junho 5
Presidente da República. A outra face do descontentamento
Se um governo desagrada a muita gente, um Presidente desagrada ainda mais. É quase verdade. Cavaco fica, no barómetro i/Pitagórica de Maio, a oito décimas da classificação atribuída ao executivo (5,4 valores) e a apenas uma décima do seu pior resultado desde o início do barómetro, em Outubro de 2012 - os portugueses dão- -lhe agora nota 6,2.
A forma como o Presidente da República geriu as sucessivas crises no governo no último mês não correspondeu às expectativas dos portugueses. Da mesma forma, o voto de confiança ao executivo e o travão ao PS, que sobressaíram do discurso de 25 de Abril na Assembleia da República, não ficaram no baú das melhores memórias políticas dos participantes. Mais 13,7% dos inquiridos dão nota abaixo de 7 ao Presidente. Na mancha verde da tabela (a dos bons alunos, com notas de 14 a 20), 12,5% consideram Cavaco Silva merecedor de tal façanha.
Marcadores:
Aníbal Cavaco Silva,
descontentamento,
Memória Futura,
PR
Assinar:
Postagens (Atom)







