quinta-feira, julho 24

Uma Foto Por Dia


photo: rogério barroso. Foto nº 1734 - Oceanário.

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Ricardo Salgado está a ser ouvido no TIC


O antigo presidente executivo do BES, Ricardo Salgado, foi esta manhã detido na casa onde reside, no Estoril. Para já, existem várias teorias, algumas das quais contraditórias.
Perigo de fuga para o Brasil devido a dupla nacionalidade pode motivar prisão preventiva, conta o jornal i. Risco de destruição de documentos, escreve o diário económico.
O antigo presidente do BES foi constituído arguido no caso Monte Branco, diz oJornal de Negócios. As suspeitas em relação ao antigo presidente do BES recairão, sobretudo, sobre as transferências de 14 milhões de euros que foram feitas pelo construtor José Guilherme para sociedades “offshore” de Salgado e que este justificou como sendo um presente, apurou o Negócios. Em causa estará a empresa ESCOM, vendida a capitais angolanos em 2010, diz o Expresso. A rádio Renascença afirma que Ricardo Salgado está a ser ouvido na qualidade de arguido.
A detenção foi confirmada às redacções através de um comunicado enviado às redacções pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP). “Ao abrigo do disposto no art. 86.º, n.º 13, al. b) do Código de Processo Penal, torna-se público o seguinte: No âmbito do Processo Monte Branco, o Ministério Público (DCIAP) tem vindo a realizar várias diligências que culminaram com a detenção de Ricardo Salgado no dia de hoje.O detido será presente ao juiz de instrução criminal”, lê-se no comunicado.
A notícia da detenção foi avançada nesta manhã de quinta-feira pelo Correio da Manhã.
A Operação Monte Branco investiga a maior rede de branqueamento de capitais alguma vez detetada em Portugal.  É um caso de fraude fiscal e branqueamento de capitais que está a ser investigado desde junho de 2011 pelo DCIAP (Departamento Central de Investigação e Ação Penal). Trata-se de uma investigação à rede que ligou os gestores de fortunas suíços da empresa Akoya, Michel Canas e Nicolas Figueiredo, aos seus clientes portugueses. Esta rede funcionaria entre Portugal, Suíça e Cabo Verde. Canas e Figueiredo, antigos quadros do banco suíço UBS, são suspeitos de terem montado uma rede para fugir ao fisco e branquear capitais. Essa rede foi utilizada por pessoas influentes em Portugal, ligadas à vida política, económica e desportiva do país. Leia o nosso guia detalhado sobre o caso.

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quarta-feira, julho 23

Uma Foto Por Dia


photo: rogério barroso. Foto nº 1733 - A corja!

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A CPLP esteve para ruir devido à entrada da Guiné Equatorial

“Portugal aguentou, aguentou, aguentou…”, disse Marcelo Rebelo de Sousa, no passado domingo, no seu espaço de comentário habitual na TVI, referindo-se ao processo de adesão da Guiné Equatorial à Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Portugal disse não uma vez, em 2010, na cimeira de Luanda. E outra, em 2012, em Maputo. Estabeleceu-se um roteiro, requisitos mínimos: o fim da pena de morte e medidas destinadas a promover o uso do português. Mas as pressões dos “países irmãos” foram tantas que o Governo cedeu. “Portugal baixou a bola”, disse Marcelo. O Observador sabe que as coisas foram mais complicadas do que isto, mas o “professor” resumiu bem a história.

Nesta quarta-feira, tudo correu conforme o planeado e a Guiné Equatorial foi aceite como parte da CPLP, a mesma instituição que esteve para ruir devido à sua adesão. Ontem à noite, na página oficial do Governo equatoriano, não ainda tendo decorrido as votações, o governo de Obiang, o presidente há 35 anos daquele país, já anunciava que tinham sido aceites.

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quarta-feira, julho 16

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photo: rogério barroso. Foto nº 1732 - Raia.

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Direcção do PS abre os braços “às várias sensibilidades e tendências” da esquerda

Depois de já muitos dias no terreno, as duas campanhas socialistas assinalaram a abertura das inscrições de simpatizantes às primárias no PS de forma diferente.

António José Seguro foi a Faro (na noite de segunda-feira) defender os méritos da eleição já depois de ter escrito escreveu no Facebook que “em 40 anos de democracia, esta é a primeira vez que simpatizantes poderão escolher o candidato a primeiro-ministro”.

António Costa preferiu apresentar, na sede do PS, alguns dos simpatizantes que o apoiavam na sua caminhada. O Largo do Rato encheu-se de individualidades para elogiar o presidente da câmara de Lisboa, mesmo que não pudessem participar no processo, como o engenheiro Carvalho Rodrigues, pai do primeiro satélite português. Que por ser militante do PSD não pode participar nas primárias

Para lá do simpatizante que não pode votar, a iniciativa de Costa teve também a novidade de se mascarar de "conferência de imprensa" sem que os jornalistas pudessem questionar o candidato.

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domingo, julho 13

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photo: rogério barroso. Foto nº 1731 - esperando por uma migalha de bolo.

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Não, a culpa não é do Costa

Dizem os títulos que “Seguro culpa Costa pela descida do PS nas sondagens”. Mas não, a culpa não é de António Costa. Dizem outros títulos “Costa: sondagem revela necessidade de mudança” mas valha a verdade que a culpa também não é de Seguro. Apetece dizer que a culpa é do socialismo que enquanto ideologia assente na distribuição do dinheiro dos outros não encontra o seu caminho nestes tempos em que o dinheiro próprio acabou e o dos outros implica juros. Mas também isso não é suficiente enquanto explicação. Aliás não é impossivel construir um discurso socialista sobre justiça fiscal, estado social… Assim os socialistas o quisessem.
Mas voltemos à culpa ou, melhor dizendo, ao estado de estupefacção dos socialistas pelo facto de, caso as legislativas tivessem lugar agora, a coligação governamental sair vitoriosa. A culpa deste resultado é da burguesia. Não da burguesia que vota no PSD ou no CDS. Em primeiro lugar porque não é certo que a burguesia vote maioritariamente nesses dois partidos e sobretudo porque os votos da burguesia não são suficientes para ganhar eleições. Já a visão burguesa do mundo pode ser mais que suficiente para que se percam. E é esse o maior problema do PS e de muitos dos seus congéneres europeus: tornaram-se partidos burgueses.
Os socialistas vêem o mundo e os eleitores do interior da sua redoma de altos quadros da administração pública, dos institutos, das ordens, das fundações e dos observatórios e sobretudo vêem-no pelos olhos burgueses dos seus compagnons de route que fazem manifestos da cultura com as sucessivas personalidades em que a esquerda vê um D. Sebastião. A burguesia que tomou conta da esquerda em geral e dos socialistas em particular vem maioritariamente de um mundo estatal ou dependente dele em que o contribuinte paga o ordenado, o projecto, o sonho… e o logotipo.

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sexta-feira, julho 11

Uma Foto Por Dia


photo: rogério barroso. Foto nº 1730 - Raia.

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O banco de todos os regimes

Intitula-se “O Último Banqueiro – Ascensão e Queda de Ricardo Salgado”, é editado pela Lua de Papel e estará a partir de sábado, 12 de julho, nas livrarias. Escrito pelas jornalistas Maria João Babo e Maria João Gago, do Jornal de Negócios, o livro traça o percurso, o perfil e as relações com o poder de Ricardo Salgado, presidente executivo do Banco Espírito Santo (BES) desde 1991, que renunciou, recentemente, ao cargo, na sequência da crise que se abateu sobre o Grupo Espírito Santo.
Em pré-publicação, o Observador revela um dos capítulos do livro, “O banco de todos os regimes”. No texto, as autoras mostram como Ricardo Salgado se relacionou com os sucessivos governos e com os protagonistas da vida política portuguesa. Uma declaração do banqueiro é um dos elementos reveladores do pragmatismo que lhe serviu de orientação na gestão dos interesses do BES e do Grupo: “Estivemos na monarquia, na implantação da República, na ditadura, nas nacionalizações deixámos de estar porque tivemos de emigrar, quando voltámos com as privatizações continuámos a dialogar com todos os governos, seja de um partido ou de outro”.

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quinta-feira, julho 10

Uma Foto Por Dia


photo: rogério barroso. Foto nº 1729 - Pavilhão de Portugal.

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Costa e Seguro vão ter três duelos nas televisões

Vai haver, pelo menos, três debates na televisão entre António José Seguro e António Costa. O regulamento das eleições primárias no PS para a escolha do candidato a primeiro-ministro, que se realizam dia 28 de setembro, foi aprovado na terça-feira e o artigo 11 diz expressamente que estão previstos três frente a frente.
“Sem prejuízo de quaisquer iniciativas de debate que venham a ser livremente acordadas pelas candidaturas, a Comissão Eleitoral assegura junto dos meios de comunicação nacional a realização de, pelo menos, três debates públicos televisivos entre os candidatos, durante o período destinado à campanha eleitoral”, lê-se no regulamento enviado aos membros da comissão política pelo coordenador da comissão eleitoral, Jorge Coelho.
A questão dos debates tem sido um dos pontos de frição entre as duas candidaturas. António José Seguro já havia desafiado Costa para debates. Este tinha recusado numa primeira fase, pedido o fim de ataques pessoais por parte de apoiantes de Seguro e dizendo estar disposto a debater, mas apenas durante o período de campanha oficial. A discussão nos últimos dias manteve-se entre as acusações da primeira parte de que Costa estaria “a fugir ao debate e ao esclarecimento” e a resposta da outra parte de que ainda é cedo para esse confronto.

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quarta-feira, julho 9

Uma Foto Por Dia


photo: rogério barroso. Foto nº 1728 - Pavão.

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Seguro não falou de “nenhum nome” com Passos, apenas de pastas relevantes

António José Seguro e Pedro Passos Coelho estiveram reunidos esta quarta-feira de manhã para escolherem o próximo comissário europeu indicado por Portugal. E do encontro não saiu nem um nome, nem um perfil, garantiu o líder do PS. Apenas uma “convergência” sobre “o universo de pastas” que serão desejáveis para Portugal. Qual pasta? Não disse – o segredo é a alma do negócio.
“Não falámos de nenhum nome, nem sequer de perfil”, garantiu o secretário-geral do PS em conferência de imprensa depois da reunião com Passos Coelho. Disse Seguro que falaram da “agenda europeia que considero importante para Portugal”.
Portugal deverá indicar um nome ao presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, para integrar a equipa de comissários. Vários países já indicaram quais as pastas preferenciais e até alguns nomes.
Por cá, Seguro garantiu que foi dicutido e consensualizado entre os dois o “universo de pastas” que é “desejável” e qual o que não é, mas não especificou quais seriam essas matérias.

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só pro meu prazer - Leoni

quarta-feira, julho 2

Já se pode dizer bem de Passos Coelho?

Faz hoje um ano o governo foi enterrado. Tal como a Torre de Pisa, todos os mundos – o político e os outros – se inclinavam só para um lado: naquele belo dia de verão, o Executivo tinha acabado, a maioria tinha-se desfeito.
Gaspar saíra na véspera, deixando carta e menos de 24 horas depois, Portas, sem aviso prévio e irrevogavelmente, imitou-lhe o gesto. Deixando comunicado.
Havia meses que – relembremo-lo – Gaspar acordara com Passos Coelho o nome da sua sucessora e organizadamente foi isso que ocorreu: o Governo aprovara, o PM propôs o nome de Maria Luis, o Presidente da Republica aceitou-o, Vitor Gaspar saira a 1 de Julho, a posse seria a 2.
O Presidente, apanhado no princípio da tarde desse 2 de Julho em cerimónias oficiais que o impediam de atender o telemóvel, voltou nesse dia a ser apanhado – mas pela surpresa. Não gostou, nem esqueceu: os estados de alma de Paulo Portas mergulharam Cavaco Silva num cenário de (quase) irracionalidade politica, deixando-o a vogar numa “impossivel” situação de incerteza, o que em politica é dizer o pior.
Não fora Passos Coelho e teria desabado a tempestade perfeita. Não desabou, apesar da desconfiança e dos presságios, das apostas e dos vaticínios de fim de ciclo. O primeiro-ministro não deixou. Sem perder a cabeça ou a bússula, sem lhe ocorrer aquele tique nosso conhecido do “abalar”, sem cair na aflição ou no desnorte, tomou em mãos a ocorrência e ao fazê-lo impediu – entre outras coisas – um segundo resgate. Com as fatais – inimagináveris? – consequências que daí adviriam.

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terça-feira, julho 1

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photo: rogério barroso. Foto nº 1726 - Oceanário.

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Nicolas Sarkozy detido

O ex-presidente francês Nicolas Sarkozy foi esta terça-feira detido para interrogatório. Em causa estão questões ligadas a tráfico de influências, avança a BBC.
Segundo a imprensa francesa, Sarkozy pode ser mantido sob detenção durante 24 horas, renováveis por mais 24 horas, antes de ser acusado. O antigo presidente francês está a ser interrogado desde manhã pela polícia judiciária francesa.
Já o seu advogado foi submetido a um questionário por parte das autoridades na segunda-feira passada.
Em causa está a alegada promessa de um alto cargo, no Mónaco, a um juiz francês em troca de informação privilegiada. O caso terá ocorrido na altura em que Sarkozy foi presidente, entre 2007 e 2012, avança a BBC.
O porta-voz do Governo francês Stephane Le Foll negou a existência de qualquer tipo de pressão sobre o sistema jurídico de forma a acelerar o caso que envolve Sarkozy. “A justiça está a investigar e irá levar este processo até ao fim. Nicolas Sarkozy irá enfrentá-la como qualquer outra pessoa”, afirmou esta manhã.

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domingo, junho 29

Uma Foto Por Dia


photo: rogério barroso. Foto nº 1725 - Oceanário de Lisboa.

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Quando a arte desafia os símbolos de um país

Em 1984, Gregory Lee Johnson regou uma bandeira norte-americana com gasolina e pegou-lhe fogo. Johnson manifestava-se em Dallas contra as políticas de Reagan e contra algumas grandes companhias baseadas na cidade. Cinco anos depois, foi julgado por ter violado uma lei do estado do Texas que proibia a profanação de objetos respeitados e condenado a um ano de prisão e a uma multa de 2000 dólares.

O Supremo Tribunal (ST) dos EUA, para onde Johnson recorreu, deu-lhe razão, considerando que essa lei estadual violava o direito à liberdade de expressão consagrado na 1.ª Emenda à Constituição norte-americana. O estado do Texas recorreu para o ST, argumentando com a necessidade de preservar a integridade da bandeira como um símbolo da unidade nacional.

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sábado, junho 28

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photo: rogério barroso. Foto nº 1724 - Oceanário de Lisboa.

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CDS em festa por seis meses – para aquecer motores até às legislativas

Paulo Portas preparou um programa intensivo de comemoração dos 40 anos do CDS – que se celebram dia 19 de julho -, com o objetivo de aquecer os motores do partido para as legislativas de 2015.
Num sinal de empenhamento do líder em fazer caminho até às eleições – e de não deixar o partido numa crise de liderança no momento chave -, Portas esboçou seis meses de iniciativas, que vão começar com dois jantares “nacionais”, o primeiro no dia 10 no Lx Factory de Lisboa, o segundo em Gaia logo no dia seguinte. Tudo feito, portanto, para que o partido se tranquilize: o seu líder não tem a perspetiva de sair antes de ir a votos de novo.
Ontem à noite, aliás, Portas deu novo sinal disso num discurso na Guarda, com militantes do partido: “Queria dar-vos também uma palavra, essa mais irónica. Eu começo a trabalhar muito cedo e, hoje, quando peguei ao serviço, li um jornal que dizia ‘Portas sai em 2015′. Alto e para o baile! Quem diz quem são os políticos que ficam e os políticos que saem em outubro de 2015 é o povo português, quando em eleições escolher”, disse o líder.

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sexta-feira, junho 27

Uma Foto Por Dia


photo: rogério barroso. Foto nº 1723 - pinguim.

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Duodécimos de subsídio de Natal com cortes até Maio é 'solução legal'

O secretário de Estado da Administração Pública insistiu hoje, no Parlamento, que o pagamento do subsídio de Natal em duodécimos com cortes até Maio é "a solução legal". 
José Maria Leite Martins voltou assim a dizer, perante as críticas da oposição, que os duodécimos do subsídio de Natal pagos antes do acórdão do Tribunal Constitucional com os cortes inscritos no Orçamento do Estado (OE) para 2014, não serão devolvidos aos funcionários públicos. 
"O valor dos subsídios é determinado mensalmente", disse o secretário de Estado, citando o artigo 35 do OE, num debate de actualidade solicitado pelo PCP.

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quarta-feira, junho 25

Uma Foto Por Dia


photo: rogério barroso. Foto nº 1722 - peixes.

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Manifesto de apoio a Seguro para travar “o PS que conduziu o país ao desastre”

É o mais recente episódio da disputa entre António José Seguro e António Costa. Ex-dirigentes socialistas e conhecidos críticos da ala socrática do PS escreveram um manifesto em defesa de Seguro, cuja linha de argumentação se centra na oposição ao ex-primeiro-ministro José Sócrates que, dizem, “conduziu o país para o desastre”. Quem o assina é Henrique Neto, Joaquim Ventura Leite, Rómulo Machado e António Gomes Marques.
“Sejamos consequentes” foi o nome escolhido para o manifesto, que o jornal ireproduz esta quarta-feira na íntegra, e surge como resposta ao apelo feito pelos históricos socialistas Jorge Sampaio, Manuel Alegre, Almeida Santos e Vera Jardim para que houvesse “uma rápida clarificação no PS”. Admitindo terem lido com “surpresa” a declaração destas quatro personalidades “favoráveis a António Costa”, os assinantes do manifesto lamentam que as figuras históricas do partido tenham falado agora depois de, por oposição, terem estado “quase sempre caladas” durante os anos de Governo de Sócrates. Anos de, dizem, “descalabro”, onde “o interesse nacional andou a reboque dos interesses partidários do grupo no poder”.

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terça-feira, junho 24

Uma Foto Por Dia


photo: rogério barroso. Foto nº 1721 - Raia.

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segunda-feira, junho 23

Mitos da troika. O que não foi, mas ainda pode ser


O Governo de coligação PSD/CDS comemora este fim de semana três anos. Foi a 21 de junho de 2011 que o Executivo – então o mais pequeno da história – tomava posse. Era um Governo com destino traçado: cumprir o memorando de entendimento assinado com a troika. Tanto Passos como Portas sabiam à partida que tinham um longo caderno de encargos e que as medidas a aplicar seriam tudo menos populares. Três anos depois, o Observador voltou atrás para lembrar o que se dizia que ia acontecer. O objetivo? Olhar para o futuro e perceber até que ponto os mitos da troika aconteceram (ou não) e de que forma vão influenciar o nosso futuro. Clique nas imagens em baixo para cada um dos seis artigos.

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