Mostrando postagens com marcador Pacheco Pereira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pacheco Pereira. Mostrar todas as postagens

domingo, setembro 14

Processo do Novo Banco feito através de “navegação à vista”


José Pacheco Pereira não está surpreendido com a saída da administração do Novo Banco após dois meses. O ex-dirigente do PSD considera que o processo não foi feito de uma forma bem planeada. 

“Era evidente. Não é preciso sequer ter informação privilegiada, para saber que a condução toda deste processo é tipo navegação de cabotagem: é à vista. Portanto, como é à vista da costa, está sempre a mudar, conforme a costa”, analisa em declarações à Renascença. 

Carlos Costa já terá escolhido um banqueiro para suceder a Vítor Bento à frente do Novo Banco, segundo o “Diário de Notícias”. O jornal revela que o governador do Banco de Portugal vai apresentar este domingo uma nova equipa de gestão com perfil mais técnico e menos político a fim de preparar a venda do banco. 

quarta-feira, abril 16

Pacheco Pereira "Quem pena com os excessos do PREC é quem não gostou do 25 de Abril"

Pacheco Pereira organizou a exposição da Assembleia da República que assinala os 40 anos da Revolução. A ideia presente no trabalho é a da construção da democracia num processo de conflito que ainda não acabou. Falemos então disso.

sexta-feira, fevereiro 7

Pacheco Pereira diz que governo venderia qualquer património cultural para saldar a dívida

“É uma mistura de má fé, engano e muita incompetência e agora há custos dessa incompetência”, considerou José Pacheco Pereira, sobre a venda dos quadros de Miró. Na passada quarta-feira, o Ministério Público avançou com uma nova providência cautelar no Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa. Esta segunda providência cautelar baseou-se na ilegalidade da saída das obras do pintor de Portugal.
A colecção Miró é o principal activo artístico do ex-BPN. Em 2012, os quadros na posse da Parvalorem tinham um valor de balanço de 62,4 milhões de euros. Descontada a perda, o valor líquido dos activos desce para 36,2 milhões de euros, em linha com a base de licitação fixada para o leilão das obras de Miró. No entanto, em 2012, a Parvalorem só tinha 68 obras. As restantes estavam em sociedades participadas. O valor de 36 milhões, diz o relatório da Parvalorem, foi "apurado a partir da média ponderada entre preços de referência definidos por avaliadores internacionais independentes e propostas de compra recebidas".
No comentário semanal da SIC Notícias, “Quadratura do Ciclo”, o militante do PSD afirmou que o governo “está a trabalhar na ilegalidade.” “Compreendo que o governo tenha tomado a decisão de os Vender. O que não é compreensível é o modo como isto acontece.”

sexta-feira, maio 31

"Passos está a fazer dos portugueses ratos de laboratório"


                                  


O ex-deputado do PSD Pacheco Pereira acusou o governo - numa intervenção enviada ao encontro "Libertar Portugal da Austeridade" - de desprezar os portugueses.
Foi a Mário Soares, enquanto promotor da iniciativa, que coube o discurso de abertura, na Aula Magna. Com recados para Belém. "É bom que o senhor Presidente da República deixe de considerar o governo legítimo", afirmou. Caso contrário, Cavaco Silva "será responsável pela perda de paciência e de pacifismo que temos tido até agora". Soares admite mesmo "que o povo se torne mais violento". "Pense senhor Presidente nas responsabilidades que lhe são assacados", afirmou o ex-Presidente.

sábado, março 16

Pacheco Pereira. “PSD e CDS estão a governar contra os seus programas”


O seu último livro, “As Armas de Papel”, é uma recolha e análise da imprensa clandestina da extrema-esquerda portuguesa no final dos anos 60 e princípio dos anos 70. Defende que a geração que produziu estes textos, que nos parecem feitos de uma linguagem de caserna difícil de perceber hoje, foi fundamental para uma espécie de revolução cultural e de costumes que o país viveu, grande parte, já em democracia. Para o antigo líder parlamentar do PSD, a geração dos esquerdistas tem traços de identidade que permanecem, nomeadamente uma aversão à injustiça e a formas menos democráticas de poder, mesmo que alguns dos seus membros cheguem a ministros. O próximo livro de Pacheco Pereira vai juntar os textos publicados desde a queda do governo Sócrates e vai chamar-se “Crónicas dos Anos do Lixo”. Esta entrevista está balizada por estes dois textos: decorre entre as armas de papel e o lixo.

domingo, abril 18

"Não é fácil ganhar eleições ao PS"

Pacheco Pereira avisa que o PS controla fundações, media e negócios. E deixa críticas às juventudes partidárias.

Foi uma espécie de aviso à navegação o que José Pacheco Pereira deixou em Leiria na sexta-feira à noite: "Ninguém pense que é fácil ganhar as eleições ao PS", que segundo o deputado tem uma rede montada na política portuguesa. O alegado controle das fundações, da comunicação social "e dos negócios" conferem ao PS uma posição confortável para permanecer no Governo.