segunda-feira, julho 16

Vasco Graça Moura. “O acordo ortográfico é crime, a colecção Berardo não é”


Em Janeiro, mês em que fez 70 anos, foi nomeado para administrar o Centro Cultural de Belém, em substituição de António Mega Ferreira. Uma das suas primeiras medidas foi proibir a utilização do Acordo Ortográfico, de que é ardoroso combatente, no CCB. Se é verdade que se fosse convidado para ministro da Cultura pedia imediatamente a demissão, também é evidente que discorda do actual rumo das coisas. “Independentemente dos subsídios há dinheiro a menos na cultura”, diz Vasco Graça Moura. Com a sociedade civil sem fundos, a questão do financiamento do Estado “tem de ser repensada em termos muito sérios e rigorosos”.

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