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quarta-feira, abril 2

Europeias sem tabus

Já não é felizmente crível que a campanha eleitoral das próximas europeias se venha a limitar, para não assustar a sensibilidade - ou a ditadura - dos mercados (invocada só quando convém), à repetição de banalidades sobre a Europa, à oratória guerreira dos principais candidatos ao Parlamento Europeu ou a quem deva ocupar a grelha de partida para a corrida a primeiro-ministro em 2015 ou até a Presidente da República em 2016.

Se alguns sonhavam, até há pouco ,continuar a enredar o povo no bric à brac modorrento e politiqueiro do dizes- tu-respondo-eu, que tem ocupado parte substancial da vida pública do país, e esquecer o debate de problemas centrais dos portugueses na Europa e na moeda única, a força de realidades entretanto desnudadas e a dinâmica da sociedade civil despertada pelo manifesto dos 74 deixam adivinhar tempos menos cinzentos para a afirmação e o confronto democrático de ideias e de propostas alternativas para o nosso futuro individual e colectivo.

segunda-feira, novembro 5

PPP. “É grave que o Estado nada tenha aprendido com os erros do passado”

 
Enquanto juiz do Tribunal de Contas – está jubilado desde 2010 –, Carlos Moreno foi o relator de muitas auditorias a Parcerias Público Privadas (PPP). O acordo quadro que reviu o contrato de concessão das travessias do Tejo foi um dos primeiros a passar pelo seu crivo. Hoje mantém que foi um mau negócio para o Estado e lamenta que nada tenha mudado na gestão pública das PPP.