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sexta-feira, maio 16

Europeias. BE exige taxação das fortunas para austeridade chegar a quem tem mais

A cabeça de lista do BE, Marisa Matias, exigiu hoje que as grandes fortunas sejam "verdadeiramente" taxadas uma vez que a austeridade "chega à maioria mas não chega a quem tem mais", pedindo ao Governo justiça social.
"Hoje, a notícia que nós tivemos conhecimento, de avaliação dos três anos de troika é muito elucidativa. As dez famílias mais ricas de Portugal viram a sua fortuna aumentar em 20%, ao passo que há mais 400 mil pessoas que agora estão pobres e que antes não estavam", disse aos jornalistas Marisa Matias, em Faro, no final da primeira ação de campanha do dia.
Segundo a eurodeputada recandidata, "a austeridade chega a uns, mas não chega a todos" já que "chega à maioria mas não chega a quem tem mais".
"Precisamos verdadeiramente de taxar as grandes fortunas, que é coisa que ainda não foi feita. Um Governo que sabe tanto de impostos e que resolve obedecer tanto em matéria de impostos, já agora talvez um bocadinho de justiça social não ficasse aqui mal", atirou.
Marisa Matias é perentória: "A austeridade quando nasce não é para todos".
Questionada sobre a manchete de hoje do Diário de Notícias - que dá nota de "ameaça" de Bruxelas a Portugal sobre um possível novo resgate caso meta do défice falhe - a eurodeputada bloquista reiterou que "a ‘troika’ não vai embora".

terça-feira, abril 8

Catarina Martins acusa Catroga de 'indecência'

A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE) Catarina Martins acusou ontem o ex-ministro das Finanças Eduardo Catroga de "indecência" por se sentir "muito sacrificado" ao revelar na imprensa que perdeu dinheiro ao aceitar um cargo na EDP.

"Num país em que três em cada dez famílias não conseguem aquecer a casa, não conseguem ter energia porque não ganham para pagar a conta da luz, isto é indecência, isto é um insulto", declarou Catarina Martins em Olhão, num jantar com dezenas de militantes e apoiantes, no final do primeiro de dois dias de jornadas parlamentares do partido na região do Algarve.

"Hoje, não foi sem espanto que ouvi falar num homem que se tem sentido muito sacrificado neste país. Um homem que sente que está a perder com a 'troika' e a austeridade. Eduardo Catroga, o homem que dizia que tinha influenciado o memorando da 'troika' mas aparentemente já não se lembra disso", frisou ainda a coordenadora do partido.

Na sua intervenção, Catarina Martins reiterou a necessidade de se aumentar o salário mínimo nacional em Portugal.

O ex-ministro das Finanças Eduardo Catroga disse ontem que perdeu dinheiro ao aceitar, em Fevereiro de 2012, o cargo de presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, cujo vencimento é de 35 mil euros por mês, noticia o Correio da Manhã.

quinta-feira, agosto 29

BE exige ver "trapalhada" dos dados enviados pelo Governo ao FMI

"É mais uma trapalhada do Governo, mas que não é inocente. O Governo não se enganou, não errou. Entregou dados parciais que induzem em erro sobre a evolução do trabalho em Portugal", afirmou o coordenador bloquista João Semedo.
À margem de uma ação de campanha para as autárquicas de 29 de setembro, o candidato do BE à Câmara Municipal de Lisboa salientou que se está a verificar em Portugal "uma quebra muito acentuada nos salários" e que "o Governo quis esconder isso para continuar a insistir na política de redução dos salários", criticando a "tese de que os portugueses vivem acima das suas possibilidades".

terça-feira, março 12

PS desafia PCP e BE para autárquicas



Será um teste. É assim que os socialistas classificam a carta que ontem remeteram às direcções do PCP e do BE, propondo uma reunião nos próximos dias com o objectivo de clarificar a disponibilidade dos dois partidos para entendimentos alargados para as eleições autárquicas.

O dirigente do PS Miguel Laranjeiro avançou ao PÚBLICO que a carta remetida aos comunistas e bloquistas argumenta com "a defesa intransigente dos interesses das populações", que se traduziria num entendimento alargado entre os três partidos nalgumas das principais câmaras do país, nomeadamente no Porto.

sexta-feira, fevereiro 8

BE: governo eliminou intencionalmente do currículo de Franquelim Alves ligação à SLN



O coordenador do Bloco de Esquerda (BE) disse hoje que alguém do Governo eliminou do currículo de Franquelim Alves, de forma "premeditada" e intencional", a sua passagem pelo grupo SLN, que foi dono do BPN.
O secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, garantiu, na noite de quinta-feira, em entrevista ao programa "De Caras", da RTP1, que, no currículo que entregou ao Governo, constava a sua passagem pela SLN - Sociedade Lusa de Negócios, acrescentando que discutiu essa experiência com o ministro da Economia.

sexta-feira, janeiro 11

Francisco Louçã propõe nova corrente para o Bloco. Chama-se Socialismo



Francisco Louçã, João Semedo e José Manuel Pureza são os proponentes de uma nova corrente dentro do Bloco de Esquerda. Vai chamar-se Socialismo e está em debate interno através de um documento que, como disse José Manuel Pureza ao i, “não está de modo nenhum na sua versão final”.
No texto de oito páginas, a que o i teve acesso, defende-se que no partido nascido da conjugação da UDP, do PSR e de ex-comunistas “a direcção nunca foi prisioneira do passado” e “as correntes a que os partidos anteriores deram lugar foram sempre subordinadas ao esforço do Bloco como novo sujeito determinante”.

quinta-feira, novembro 8

Refundação do Estado é "operação" do governo "para capturar o PS"


O BE considera que a "refundação" do Estado proposta pelo Governo é uma "operação para capturar o PS" para rever a Constituição e diz não estar disponível para um debate com "conclusões já tiradas", defendendo eleições "urgentes".
"Nós aceitamos todos os debates, mas não nos convidem para debates cujas conclusões já estejam tiradas, isso não vale a pena, não há força da maioria para rever a Constituição, por isso não nos peçam um debate constitucional inexistente, é uma fantasia, é tudo uma operação para convencer o PS a subscrever um segundo memorando, um segundo resgate", afirmou o deputado bloquista e candidato à liderança do BE, João Semedo, em entrevista à agência Lusa.

quarta-feira, abril 18

BE sugere demissão do ministro da Economia

A deputada bloquista Mariana Aiveca criticou hoje a atuação do ministro da Economia e sugeriu a sua demissão por inadaptação, tendo Álvaro Santos Pereira refutado as críticas e acusado o Bloco de Esquerda (BE) de ser inadaptado.   

quarta-feira, fevereiro 29

BE quer Cavaco a demarcar-se do Governo

O líder parlamentar do BE, Luís Fazenda, defendeu nesta quarta-feira que o Presidente da República deve ter “uma atitude interventiva” e “demarcar-se” das opções do Governo e não deixar “recados sem destinatário” sobre austeridade.