quarta-feira, setembro 19

Aumento da TSU “rouba” mais do que um salário mínimo por mês a Passos Coelho



É ainda uma incógnita se o governo vai recuar nas alterações à taxa social única (TSU) ou qual a disponibilidade de Passos Coelho para “modular” a medida em sede de concertação social. Contudo, se a proposta avançar tal como foi anunciada, o primeiro--ministro não escapa à quebra no seu rendimento, à semelhança de todos os funcionários públicos e privados.
O chefe do executivo vai perder 559 euros mensais, mais do que um salário mínimo. Os cálculos consideram o aumento da taxa contributiva em sete pontos percentuais, de 11% para 18%, incluem os suplementos remuneratórios, como despesas de representação, e pressupõem o acréscimo salarial de 570 euros brutos por mês devido ao efeito da diluição de um dos subsídios em 12 meses.

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