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Gostei de ver a tua atitude em prova quando, a determinada altura és ultrapassada (por breves segundos) pela atleta americana e, a tua posição na corrida passava naquela altura a ser a de terceira classificada, naquele preciso momento deste tudo o que tinhas, fizeste – me lembrar o teu pai “o velho Lau” e arrancaste em direcção à medalha de prata.
Fiquei orgulhoso. Fui deitar-me já passava das cinco da madrugada. Adormeci como há muito tempo já não acontecia, devo ter adormecido com um sorriso no rosto e, isso ficou-se a dever à extraordinária corrida que realizaste. Obrigada Vanessa pelas excelentes duas horas que me fizeste ficar pregado em frente à “caixinha mágica”; já não acontecia desde a vitória do Carlos Lopes na maratona dos jogos olímpicos, aos 37 anos de idade. És jovem, ainda tens uma vida desportiva à tua frente e estou convicto que ainda um dia trarás para Portugal uma medalha de ouro. Eu acredito em ti!
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