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quinta-feira, julho 10

Costa e Seguro vão ter três duelos nas televisões

Vai haver, pelo menos, três debates na televisão entre António José Seguro e António Costa. O regulamento das eleições primárias no PS para a escolha do candidato a primeiro-ministro, que se realizam dia 28 de setembro, foi aprovado na terça-feira e o artigo 11 diz expressamente que estão previstos três frente a frente.
“Sem prejuízo de quaisquer iniciativas de debate que venham a ser livremente acordadas pelas candidaturas, a Comissão Eleitoral assegura junto dos meios de comunicação nacional a realização de, pelo menos, três debates públicos televisivos entre os candidatos, durante o período destinado à campanha eleitoral”, lê-se no regulamento enviado aos membros da comissão política pelo coordenador da comissão eleitoral, Jorge Coelho.
A questão dos debates tem sido um dos pontos de frição entre as duas candidaturas. António José Seguro já havia desafiado Costa para debates. Este tinha recusado numa primeira fase, pedido o fim de ataques pessoais por parte de apoiantes de Seguro e dizendo estar disposto a debater, mas apenas durante o período de campanha oficial. A discussão nos últimos dias manteve-se entre as acusações da primeira parte de que Costa estaria “a fugir ao debate e ao esclarecimento” e a resposta da outra parte de que ainda é cedo para esse confronto.

quarta-feira, julho 9

Seguro não falou de “nenhum nome” com Passos, apenas de pastas relevantes

António José Seguro e Pedro Passos Coelho estiveram reunidos esta quarta-feira de manhã para escolherem o próximo comissário europeu indicado por Portugal. E do encontro não saiu nem um nome, nem um perfil, garantiu o líder do PS. Apenas uma “convergência” sobre “o universo de pastas” que serão desejáveis para Portugal. Qual pasta? Não disse – o segredo é a alma do negócio.
“Não falámos de nenhum nome, nem sequer de perfil”, garantiu o secretário-geral do PS em conferência de imprensa depois da reunião com Passos Coelho. Disse Seguro que falaram da “agenda europeia que considero importante para Portugal”.
Portugal deverá indicar um nome ao presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, para integrar a equipa de comissários. Vários países já indicaram quais as pastas preferenciais e até alguns nomes.
Por cá, Seguro garantiu que foi dicutido e consensualizado entre os dois o “universo de pastas” que é “desejável” e qual o que não é, mas não especificou quais seriam essas matérias.

quinta-feira, junho 5

Seguro considera surpreendente silêncio de Cavaco na actual crise política

O secretário-geral do Partido Socialista, António José Seguro, considerou nesta quarta-feira “surpreendente” que o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, se mantenha calado na actual crise política, durante uma entrevista à jornalista Ana Lourenço, na SIC Notícias.

“É surpreendente que o Presidente da República esteja em silêncio”, disse Seguro, depois de criticar o Executivo, a quem acusou de “afrontar” o Tribunal Constitucional.

“Muito me admira a posição do Presidente da República, que não diz absolutamente nada sobre esta situação”, insistiu.

Seguro disse também que Cavaco Silva deveria obrigar o Executivo a revelar a carta que dirigiu ao FMI, perante a recusa do primeiro-ministro em fazê-lo.

“Se o primeiro-ministro não quer divulgar a carta, o Presidente da República deve obrigá-lo a fazê-lo”, afirmou o dirigente socialista.

O PS entregou na terça-feira um requerimento no parlamento a exigir ao primeiro-ministro que divulgue imediatamente a carta de intenções ao FMI.

terça-feira, junho 3

PS. Quando Seguro achava que as directas “iam matar o partido”

Há três anos António José Seguro não tinha dúvidas sobre os efeitos de introduzir primárias para escolher o representante máximo do partido: "Mata o debate político interno do PS." Foi o que o líder socialista, que este sábado avançou com esta mesma ideia, disse num debate em 2011 com Francisco Assis, que tinha as primárias para a escolha do secretário-geral do PS como uma das suas principais bandeiras na candidatura à liderança contra Seguro.
Na altura, Assis previa que o seu adversário mudasse de opinião um dia, mas encontrava resistência do outro lado. António José Seguro apoiou-se no exemplo norte-americano e nos estados "onde votam todos os eleitores, mesmo aqueles que votaram no Partido Republicano, para atirar o seu principal receio:
- Nós, em Portugal, com a tua proposta, iríamos permitir que os eleitores do PSD, do PCP e do Bloco de Esquerda também escolhessem?
- Eu esclareço, eu esclareço e até com a expectativa de que mudes de opinião e possas aderir à minha proposta, que é de facto uma boa proposta... - respondeu Assis.
- Não, não, é muito difícil, é muito difícil - interrompeu Seguro.
- A preocupação de abertura à sociedade leva-te fatalmente a aderires à minha proposta - insistiu Assis
- Vamos lá ver, vamos lá ver. Explica lá então.

domingo, junho 1

Seguro e Costa saem com declaração de guerra

Daqui a quinze dias, nova reunião da Comissão Nacional do PS para debater apenas o congresso extraordinário com que António Costa insiste para resolver a crise interna. No final do encontro deste sábado Costa e Seguro saíram com duas evidentes declarações de guerra.

"Estou disponível para as primárias todas. Não são as primárias que me metem medo". António Costa saiu insatisfeito com a proposta de Seguro que classifica de "questão processual", quando o "que interessa aos portugueses é que se encontre no PS a força mobilizadora que desejam", afirmou.


António José Seguro propôs eleições primárias para a escolha do candidato a primeiro-ministro como forma de resolver a crise aberta no PS depois de Costa ter desafiado a sua liderança. Terminada a reunião do Vimeiro, Seguro também trazia um aviso em carteira: "Não tenho vocação para atirar a toalha ao chão." "Assisti aos momentos desta semana com muita tristeza, os portugueses em casa perguntam-se: 'é isto que é a política? Estes jogos de poder? então não há um que ganhou as eleições e agora vem o outro e diz sai daí que é para eu entrar? Não tem sentido nenhum'". É este o retrato que O secretário-geral faz da situação, acusando Costa de "enorme irresponsabilidade, enfraquecendo o PS".

quarta-feira, maio 28

Manuel Alegre: “Seguro não tem de ter medo do congresso”

Manuel Alegre discorda da recusa da direcção do PS em agendar desde já um congresso extraordinário e considera que, perante o desafio de António Costa, o secretário-geral socialista devia enfrentar a disputa interna pela liderança. Ao i, o histórico do PS refere que Seguro "não tem de ter medo" de ouvir o partido.
Alegre não abre o jogo sobre se apoia Costa. Mas também não se coloca abertamente do lado do actual líder. "Sou amigo dos dois, tenho apoiado Seguro mas ambos têm qualidades", defende o histórico socialista que vê, no entanto, "com bons olhos" a "clarificação de posições" dentro do partido. O congresso deve acontecer e isso deve ser encarada com "normalidade".
"Este momento é positivo para o partido, clarifica posições e seria do interesse do PS promover a realização do congresso, porque é preciso fazer-se uma reflexão" sobre os resultados das europeias, considera Alegre, que atira: "Seguro não tem de ter medo do congresso, e penso que até pode ser-lhe favorável, quer dentro do partido, quer no país". Desde logo, porque essa disputa "reforça" a unidade interna entre os socialistas e permitiria perceber se o actual líder tem ou não força, dentro do próprio PS e para destronar o governo nas próximas eleições legislativas, daqui a pouco mais de um ano.

domingo, maio 18

Seguro. "Repito: Não aumentarei a carga fiscal, fizemos as contas"

O secretário-geral do PS prometeu hoje que, se os socialistas formarem Governo, não vai aumentar os impostos, vincando que isso será a primeira vez que acontecerá neste século com um executivo em Portugal.
"Repito: Não aumentarei a carga fiscal", declarou António José Seguro a meio do seu discurso na Convenção "Novo Rumo para Portugal" do PS na antiga Feira Industrial de Lisboa (FIL).
António José Seguro admitiu que, para alguns cidadãos, este compromisso de não aumentar a carga fiscal poderá parecer pouco.
"Mas será a primeira vez que um Governo empossado neste século não aumentará á carga fiscal em Portugal", disse, numa alusão aos executivos liderados por Durão Barroso, de José Sócrates e de Pedro Passos Coelho.
"Os portugueses estão sobrecarregados de impostos. Fizemos as contas. Não aumentaremos os impostos", insistiu, num período da sua intervenção em que apresentava as linhas base do Contrato de Confiança, documento que pretende traduzir as bases de um futuro programa do PS.
Dos 80 objetivos políticos constantes no "Contrato de Confiança", o líder socialista assumiu como meta de um seu Governo "recuperar o rendimento dos portugueses".

domingo, março 23

“Governo tem uma agenda de cortes escondida de dois mil milhões de euros”

O secretário-geral do PS, António José Seguro, disse hoje que o Governo tem uma "agenda escondida de cortes" na ordem dos "dois mil milhões de euros", acreditando que esta será aplicada após as eleições europeias.

"Nós queremos parar com os cortes, que já deviam ter parado há muito tempo, e iniciar a recuperação dos salários e das pensões portugueses. Ao invés, o Governo não pára de cortar e tem uma agenda escondida de cortes de cerca de dois mil milhões de euros que se prepara para aplicar após as eleições europeias", disse o secretário-geral do PS.

António José Seguro falava na sessão de encerramento do debate "Um Novo Rumo para a Saúde" que decorreu hoje no Porto, onde aproveitou para comentar uma peça publicada hoje no semanário Expresso que fala de mais cortes a serem aplicados pelo Governo de Pedro Passos Coelho.

"Ainda hoje um jornal dá conta de que o Governo se prepara para rever as tabelas salariais dos trabalhadores da função pública, retirando-lhes mais do que 5% no ano de 2015. É preciso parar com os cortes. Isto não é maneira de governar um país", disse o líder socialista.

Seguro garantiu ser possível "equilibrar as contas públicas colocando como prioridade o emprego e o crescimento económico" e, ainda que sem se referir a nenhum Partido em particular, acabou por responder ao "repto" do PS e do Bloco de Esquerda que no final da semana pediram para que o PS comentasse as afirmações do seu conselheiro económico, Óscar Gaspar.

"É evidente que as coisas não mudam de um dia para o outro, carregando num botão. Não. Dizer isso seria irresponsável e demagógico dizermos uma coisa destas. Podemos perder alguns votos mas não enganamos os portugueses", disse o secretário-geral do PS.

domingo, março 9

Seguro pede “maior prudência nas palavras” de actores políticos sobre saída da troika

O secretário-geral do PS, António José Seguro, pediu hoje "maior prudência nas palavras" de todos para o que deve Portugal fazer após o fim do programa de ajustamento financeiro firmado com a "troika".

"Hoje lemos estas declarações do Presidente da República. Na Grécia, o presidente Barroso, da Comissão Europeia, disse que Portugal iria ter uma saída limpa. E também lemos nos jornais que o Governo está a tentar uma terceira via. Convinha que, sobre este assunto, que é da maior importância para a vida dos portugueses e do nosso país, houvesse maior prudência nas palavras e de facto os protagonistas se pronunciassem em função de situações concretas", disse hoje Seguro.

O líder socialista falava aos jornalistas numa escola lisboeta, à margem de uma sessão das conferências "Novo Rumo", no dia em que se soube que o Presidente da República, Cavaco Silva, considera "uma ilusão" pensar que as exigências de rigor orçamental vão desaparecer após a conclusão do programa de ajustamento, e avisa que, pelo menos até 2035, Portugal continuará sujeito a supervisão.

Seguro diz que Cavaco terá informações que o PS não tem, "designadamente as condições" para um programa cautelar, mas reiterou que o Governo "tem obrigação de criar condições para que Portugal regresse a mercados sem ajuda suplementar".
"Esse é o dever do Governo. E o Governo aliás aplicou o dobro da austeridade prometendo isso aos portugueses. Se o Governo não cumprir isso, tem de prestar contas ao país e tem de explicar por que razão não conseguiu cumprir esse objetivo", vincou o secretário-geral socialista.

quinta-feira, dezembro 19

António José Seguro não acredita numa relação com o governo apesar de acordo alcançado


Pedro Passos Coelho e António José Seguro chegaram a acordo. Ontem, as duas partes acertaram as cedências necessárias, depois de dois dias de negociações para alcançar o consenso que falhou na última semana, sobre a reestruturação do IRC. No próximo ano vai existir uma taxa intermédia de IRC, de 17%, mais voltada para as Pequenas e Médias Empresas (PME), que vai incidir sobre os primeiros 15 mil euros de matéria colectável.

“O Partido Socialista apresentou-se, como sempre, e apresentou as suas propostas. A alteração de IRC foi para criar emprego. Este acordo faz com que as PME sejam as grandes beneficiadas”, disse esta manhã o líder socialista em entrevista à Antena 1.

Questionado sobre se houve conversas com os parceiros sociais e com o Presidente da República, Seguro garantiu que “não houve nenhuma conversa sobre este assunto” com Cavaco Silva. Contudo, explica que já tinha “um grupo a trabalhar na proposta.” “Falei com os parceiros sociais e com algumas PME´s para conhecer as suas dificuldades e perceber de que modo poderia ajudá-las.”
Apesar do acordo histórico alcançado, o socialista não acredita num “novo ciclo de relação com o executivo de Passos Coelho. “Não vejo como. Não podemos confundir a parte com o todo. Há uma grande divergência do ponto de vista do global. Sempre que há uma proposta, o PS ou concorda ou discorda e se discordar, tem o dever de apresentar outras alternativas. Se amanhã houver outra matéria em que seja necessário convergir, então lá estaremos. O que se exige ao PS é que tenha responsabilidade e é importante saudar que tenha acontecido este desenlace”, sublinhou.

domingo, outubro 6

Jerónimo de Sousa diz que "é preciso demitir o governo todo"


O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, afirmou hoje que uma eventual demissão do ministro Rui Machete não resolve os problemas do país, apesar de considerar "um desfecho lógico", defendendo que é preciso "demitir o Governo todo".

Jerónimo de Sousa, que esteve hoje numa sessão pública realizada no Seixal, disse que já saíram vários ministros do governo de Pedro Passos Coelho e que os problemas não se resolveram, deixando também críticas ao PS.

"Penso que as declarações são uma forma torcida de dizer que o PS não quer a demissão do Governo, ao individualizar em torno de Rui Machete, independentemente do episódio. Sabemos que isto não vai lá à peça. Miguel Relvas já foi, Santos Pereira já foi, Vítor Gaspar já foi e a política e o Governo continuaram", afirmou.

O secretário-geral do PCP considerou que o líder do PS, António José Seguro, devia pedir a demissão do Governo e não de um ministro, apesar de salientar que o caso é "mais um sinal de degradação do Governo".

domingo, maio 12

Seguro acusa Passos de ter mentir e violar promessas feitas aos funcionários públicos



O secretário-geral do PS, António José Seguro, acusou hoje o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho de ter “mentido” e “violado promessas” feitas aos funcionários públicos, dizendo-lhes que não existiriam despedimentos, nem redução de salários.

“O primeiro-ministro disse há dois anos antes de começar de começar a campanha eleitoral (…) que tinha feito as contas e que estava em condições de garantir ao país que com ele não haveria despedimentos, nem redução de salários na função pública. Há alguma coisa que mine mais a confiança entre os eleitos e os eleitores do que uma mentira ou de uma promessa não cumprida, que é a mesma coisa? Não há”, acusou o secretário-geral do PS, António Seguro.

domingo, março 10

Cavaco responsabilizou Governo pela crise, acusa Seguro


O secretário-geral do PS, António José Seguro, considerou hoje que o prefácio do Presidente da República é uma mensagem dirigida ao Governo, de que se houver crise política em Portugal a responsabilidade é do executivo PSD/CDS.

terça-feira, fevereiro 26

Portugueses têm o direito "e até o dever" de se manifestarem



O secretário-geral do PS, António José Seguro, defendeu hoje que os portugueses têm o direito "e até o dever" de se manifestarem face à situação social e económica do país que "é de pré-rutura eminente".
"Os portugueses têm todo o direito de se manifestarem e até o dever de o fazerem porque a situação económica e social do país é de uma pré-rutura eminente", disse Seguro à margem de uma visita ao Salão Internacional do Setor Agroalimentar e Bebidas (SISAB), que decorre no Pavilhão Atlântico, Lisboa.

quinta-feira, janeiro 24

Costa conta espingardas e Seguro trava congresso

O dia do regresso do país aos mercados financeiros foi o dia do regresso dos socialistas a outro mercado, o da luta interna. O tiro de partida foi a intervenção de Pedro Silva Pereira a defender um congresso do partido “tão breve quanto possível”, mas sucederam-se outras no mesmo sentido e da ala que tem sido oposição a Seguro dentro do PS. O líder questiona irritado: “Qual é a pressa?” E também diz que o adversário é o primeiro-ministro. Mas por dentro António Costa já conta espingardas.

quarta-feira, novembro 7

Seguro rejeita executivo de iniciativa presidencial



O secretário-geral do PS, António José Seguro, considerou hoje que o Governo de coligação PSD/CDS tem feito tudo para encurtar a duração da atual legislatura e rejeitou um executivo de iniciativa presidencial.
 
Estas posições foram assumidas pelo líder socialista em entrevista ao "Jornal da Noite" da SIC, depois de interrogado se acredita que o atual Governo vai cumprir o seu mandato até ao final da legislatura.

terça-feira, novembro 6

Cortes. Seguro não quer falar com Passos e vai falar com Cavaco



António José Seguro recusou ontem negociar com o primeiro-ministro um plano de corte de 4 mil milhões de euros na despesa pública que lhe foi apresentado por Passos Coelho. Depois do “não” a Passos, foi falar com as centrais sindicais CGTP e UGT em vésperas de greve geral e de manifestações (ver ao lado) e não acabou o dia sem ouvir o partido. Seguro termina hoje a roda-viva de contactos num encontro com o Presidente da República às 15h30.

sexta-feira, setembro 28

Seguro diz que Passos ainda não percebeu carácter "imoral e indigno" das alterações à TSU

 
O secretário-geral do PS considerou hoje demonstrado que o primeiro-ministro recuou nas alterações sobre a taxa social única (TSU) porque o país se opôs e não por ter compreendido o caráter "imoral e indigno" da medida.
António José Seguro colocou este comentário na sua página pessoal do facebook, numa reação a declarações proferidas pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, na quinta-feira, em que lamentou ter havido fatores de natureza ideológica que distorceram o debate sobre as mudanças propostas pelo Governo ao nível da TSU.

domingo, maio 27

Seguro diz que Alemanha beneficia da desgraça dos outros

O secretário-geral do PS criticou hoje a "subserviência" do Governo português face à chanceler germânica, Ângela Merkel, e defendeu que a Alemanha beneficia da "desgraça" dos países periféricos por não haver mutualização da dívida.

quarta-feira, abril 18

Seguro diz que Passos já não acredita "na sua própria receita

Em reacção ao artigo de opinião que Pedro Passos Coelho publicou hoje no Financial Times, onde volta a dizer que existe o risco de Portugal não conseguir regressar aos mercados financeiros na data marcada, ou seja, Setembro de 2013, e onde admite mesmo a possibilidade do país vir a precisar de um novo pacote de ajuda, António José Seguro diz que já nem "o Governo acredita na sua própria receita".