António Costa decidiu criar taxas sobre o setor turístico e para a proteção civil, vender ativos da câmara e reduzir a despesa no Orçamento da Câmara Municipal para 2015. No documento, que foi entregue aos vereadores e à Assembleia Municipal com dez dias de atraso, António Costa justifica a nova composição da receita da câmara com a redução da receita provenientes do Orçamento do Estado e ainda com pagamentos extraordinários que vai ter de fazer por causa da Bragaparques. Nas justificações há ainda lugar para a continuação da polémica com o Governo sobre os fundos estruturais.
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segunda-feira, novembro 10
quinta-feira, outubro 2
António Costa faz acordo com Álvaro Beleza - um terço do partido para seguristas
Álvaro Beleza chegou a acordo com António Costa. Depois de várias notícias dando conta de que estaria a ponderar apresentar-se como candidato a secretário-geral nas próximas diretas, o secretário nacional de António José Seguro anunciou ao Expresso ter chegado a um entendimento com o novo líder socialista.
Num gesto que pretende significar integração, Costa cedeu ao "segurismo" um terço dos lugares nos orgãos partidários. A começar na direção da bancada parlamentar - ainda que a escolha dos nomes pertença inteiramente ao novo líder, Ferro Rodrigues.
segunda-feira, setembro 29
Costa só perdeu uma federação para Seguro
Foi uma noite frouxa para o suspense - ainda não eram 21h e Seguro já assumia a derrota. As reações definitivas vieram cedo, mas os resultados finais nem por isso: o site oficial das primárias só apresentou os primeiros resultados pelas 21h10, já Seguro tinha anunciado a demissão. Às 0h45, ainda faltava divulgar metade das federações, já Costa estaria a beber a sua imperial. Os resultados finais, ainda que provisórios, só foram divulgados depois das 5h00 desta segunda-feira, a saber: 118.454 votos para António Costa (67,88%) e 55.239 para António José Seguro (31,65%).
Independentemente do que sucedeu cedo e aconteceu tarde, há um fator que foi constante: Costa andou sempre entre os 60% e os 70% ao longo da noite, independentemente das federações apuradas e do ritmo de divulgação dos resultados. O secretário-geral demissionário só venceu uma das federações, a Guarda, com 61,20% (2528 votos, quase mais mil que António Costa). O autarca de Lisboa triunfou no demais, com resultados que variam entre os 55,37% em Castelo Branco e os 87,93% na federação da área urbana da capital (provisório).
quinta-feira, julho 10
Costa e Seguro vão ter três duelos nas televisões
Vai haver, pelo menos, três debates na televisão entre António José Seguro e António Costa. O regulamento das eleições primárias no PS para a escolha do candidato a primeiro-ministro, que se realizam dia 28 de setembro, foi aprovado na terça-feira e o artigo 11 diz expressamente que estão previstos três frente a frente.
“Sem prejuízo de quaisquer iniciativas de debate que venham a ser livremente acordadas pelas candidaturas, a Comissão Eleitoral assegura junto dos meios de comunicação nacional a realização de, pelo menos, três debates públicos televisivos entre os candidatos, durante o período destinado à campanha eleitoral”, lê-se no regulamento enviado aos membros da comissão política pelo coordenador da comissão eleitoral, Jorge Coelho.
A questão dos debates tem sido um dos pontos de frição entre as duas candidaturas. António José Seguro já havia desafiado Costa para debates. Este tinha recusado numa primeira fase, pedido o fim de ataques pessoais por parte de apoiantes de Seguro e dizendo estar disposto a debater, mas apenas durante o período de campanha oficial. A discussão nos últimos dias manteve-se entre as acusações da primeira parte de que Costa estaria “a fugir ao debate e ao esclarecimento” e a resposta da outra parte de que ainda é cedo para esse confronto.
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domingo, junho 1
Seguro e Costa saem com declaração de guerra
Daqui a quinze dias, nova reunião da Comissão Nacional do PS para debater apenas o congresso extraordinário com que António Costa insiste para resolver a crise interna. No final do encontro deste sábado Costa e Seguro saíram com duas evidentes declarações de guerra.
"Estou disponível para as primárias todas. Não são as primárias que me metem medo". António Costa saiu insatisfeito com a proposta de Seguro que classifica de "questão processual", quando o "que interessa aos portugueses é que se encontre no PS a força mobilizadora que desejam", afirmou.
António José Seguro propôs eleições primárias para a escolha do candidato a primeiro-ministro como forma de resolver a crise aberta no PS depois de Costa ter desafiado a sua liderança. Terminada a reunião do Vimeiro, Seguro também trazia um aviso em carteira: "Não tenho vocação para atirar a toalha ao chão." "Assisti aos momentos desta semana com muita tristeza, os portugueses em casa perguntam-se: 'é isto que é a política? Estes jogos de poder? então não há um que ganhou as eleições e agora vem o outro e diz sai daí que é para eu entrar? Não tem sentido nenhum'". É este o retrato que O secretário-geral faz da situação, acusando Costa de "enorme irresponsabilidade, enfraquecendo o PS".
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quarta-feira, maio 28
Manuel Alegre: “Seguro não tem de ter medo do congresso”
Manuel Alegre discorda da recusa da direcção do PS em agendar desde já um congresso extraordinário e considera que, perante o desafio de António Costa, o secretário-geral socialista devia enfrentar a disputa interna pela liderança. Ao i, o histórico do PS refere que Seguro "não tem de ter medo" de ouvir o partido.
Alegre não abre o jogo sobre se apoia Costa. Mas também não se coloca abertamente do lado do actual líder. "Sou amigo dos dois, tenho apoiado Seguro mas ambos têm qualidades", defende o histórico socialista que vê, no entanto, "com bons olhos" a "clarificação de posições" dentro do partido. O congresso deve acontecer e isso deve ser encarada com "normalidade".
"Este momento é positivo para o partido, clarifica posições e seria do interesse do PS promover a realização do congresso, porque é preciso fazer-se uma reflexão" sobre os resultados das europeias, considera Alegre, que atira: "Seguro não tem de ter medo do congresso, e penso que até pode ser-lhe favorável, quer dentro do partido, quer no país". Desde logo, porque essa disputa "reforça" a unidade interna entre os socialistas e permitiria perceber se o actual líder tem ou não força, dentro do próprio PS e para destronar o governo nas próximas eleições legislativas, daqui a pouco mais de um ano.
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sexta-feira, outubro 25
António Costa. "Candidato da direita às presidenciais vai ser Santana Lopes"
António Costa disse esta quinta-feira à noite, no programa "Quadratura do Círculo" da SIC Notícias, que Santana Lopes deverá ser o candidato da direita às eleições presidenciais de 2015. "Podemos apostar, aqui hoje, se quiserem, que o candidato da direita às eleições presidenciais de 2015 vai ser o Dr. Pedro Santana Lopes", afimou o Presidente da câmara de Lisboa.
Reflectindo sobre as características necessárias para se ser Presidente da República, e lembrando Mário Soares, António Costa considerou que "um perfil agregador (...) que não tem aparecido muito no PSD" é essencial para o desempenho das funções de presidenciais.
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quarta-feira, janeiro 30
António Costa recua e não se candidata à liderança do PS
O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, ameaçou candidatar-se à liderança do PS na reunião da Comissão Política, mas, no final, acabou a dizer que irá trabalhar para a unidade e evitar a confrontação.
Estas declarações de António Costa foram feitas no final de seis horas de reunião, durante a qual vários elementos próximos do presidente da Câmara de Lisboa passaram para os jornalistas, incluindo à agência Lusa, a certeza de que o autarca da capital se iria candidatar ao cargo de secretário-geral do PS.
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quinta-feira, janeiro 24
Costa conta espingardas e Seguro trava congresso
O dia do regresso do país aos mercados financeiros foi o dia do regresso dos socialistas a outro mercado, o da luta interna. O tiro de partida foi a intervenção de Pedro Silva Pereira a defender um congresso do partido “tão breve quanto possível”, mas sucederam-se outras no mesmo sentido e da ala que tem sido oposição a Seguro dentro do PS. O líder questiona irritado: “Qual é a pressa?” E também diz que o adversário é o primeiro-ministro. Mas por dentro António Costa já conta espingardas.
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quinta-feira, janeiro 10
"Vejam mesmo se é do FMI, se é de um técnico falso"
O presidente da câmara de Lisboa, António Costa, ironizou hoje o relatório encomendado pelo Governo ao Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a despesa do Estado, questionando se terá sido feito por um falso técnico.
terça-feira, dezembro 11
Costa sugere a Relvas que se candidate a Lisboa
O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, sugeriu hoje que o ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, se candidate à presidência do município nas próximas eleições autárquicas em vez de “empurrar um representante” para a campanha.
“Ficamos a conhecer a nova ambição do ministro Miguel Relvas, que é controlar a Câmara de Lisboa. Só não percebo porque é que com tanta ambição não é ele a concorrer em vez de querer empurrar alguém que já se queria reformar das lides autárquicas”, disse o autarca socialista aos jornalistas, antes da Assembleia Municipal que decorre esta tarde.
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sábado, agosto 4
Direcção do PS ‘malha’ em António Costa
«Não é o momento mais feliz para António Costa vir dizer ‘presente’. Custa-me que um homem inteligente se arrisque a deixar a ideia de estar a fazer um frete ao Governo, depois de receber um bónus do Executivo», diz Álvaro Beleza. Uma referência à moeda de troca que o presidente da Câmara de Lisboa obteve pela cedência dos terrenos do aeroporto da Portela, que solucionou um contencioso que se arrastava há décadas e reduz a dívida da câmara em 43%.
segunda-feira, julho 30
António Costa abre porta ao PCP para Lisboa
A confirmar-se a recandidatura para a
presidência da Câmara de Lisboa nas autárquicas de 2013, António Costa quer
manter a coligação com os movimentos de Helena Roseta e Sá Fernandes e mostra
abertura à participação do PCP.
domingo, julho 29
António Costa admite ter qualidades para liderar PS
Há alguns anos não se imaginava à frente da autarquia da capital, mas, de
qualquer forma, entende que não se escolhe o que se quer fazer na política: "Já
vi gente tão infeliz com imensos sonhos de vida que não realizaram e o que tenho
visto é que a vida política é menos aquilo que nós queremos que seja, mas aquilo
que em cada momento uma pessoa pode ser em função da utilidade que tem".
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sábado, julho 11
sexta-feira, abril 24
sábado, fevereiro 28
domingo, dezembro 14
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