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e não corras...

quarta-feira, janeiro 2

TALVEZ TERNURA

No remate de cada ano e no começo do outro sempre se insinua, na derrocada das nossas pessoais esperanças, um ténue fio de luz. Apesar de tudo, acreditamos que as coisas irão melhorar. Eu próprio pertenço a essa falange. Alguns pios leitores avaliam as minhas prosas como as de um homem descoroçoado e triste. Há alguma verdade no árduo peso desta avaliação. Pertenço a uma geração e a uma época que talvez alimentassem sonhos desmesurados. E nada pior do que despedaçar o sonho dos homens.
O MEU OLHAR às 7:00 PM

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