Sentas-te ainda à mesa – escreves
palavras tão compactas, tão opacas
como a luz que te cega. Cada dia
promete o infinito em meia dúzia
de palavras – o amor,
a vida, o tempo, a morte, a esperança,
o coração. Repete-as,
repete-as muitas vezes em voz alta
e escuta a sua música
até não quererem dizer nada.
Fernando Pinto do Amaral
Boa Escolha... Bom Fim de Semana
ResponderExcluirhttp://olhares.aeiou.pt/palavras_foto3193255.html
ResponderExcluirTexto da sua autoria publicado pela asinante do Olhares como sendo seu (maria emilia matos loureiro)
Agradecia que verificasse p.p.