Deixar de morrer num tempo/momento inerte, por evidente envolvência em beleza, é um prazer inventado. Devia ser ainda um prazer pontualmente multiplicado. Hoje vive-se sob a urgência da beleza, uma outra que não esta descrita por A.G.; "morre-se" de uma ignorância axiomática...e sintomática, acrescento. Queixavam-se do Fast Food? Tomem lá o Fast "Love"...
Deixar de morrer num tempo/momento inerte, por evidente envolvência em beleza, é um prazer inventado.
ResponderExcluirDevia ser ainda um prazer pontualmente multiplicado.
Hoje vive-se sob a urgência da beleza, uma outra que não esta descrita por A.G.; "morre-se" de uma ignorância axiomática...e sintomática, acrescento.
Queixavam-se do Fast Food? Tomem lá o Fast "Love"...